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  • Tamareira do deserto

    Tamareira do deserto

    Balanites roxburghii

    Burquina Faso

    Árvore das regiões secas de África e da Ásia, a tamareira do deserto, que não se deve confundir com a palmeira-das-tâmaras, cujo fruto é a tâmara, demonstra uma robustez extraordinária. O seu incrível sistema radicular permite-lhe aceder em profundidade às reservas do solo e suportar, dessa forma, longos períodos de seca. Uma proeza que fascina as populações locais, que consideram a tamareira do deserto uma árvore sagrada. Esta planta generosa está intimamente ligada à vida quotidiana: alimento para o ser humano e para os animais, planta medicinal, material de construção e combustível. A pasta oleosa obtida dos seus frutos era tradicionalmente utilizada para limpar a pele e atenuar as manchas de pigmentação.
    Produtos que contêm Tamareira do deserto
  • Flor de pata de canguru

    Flor de pata de canguru

    Anigozanthos flavidus

    Austrália

    Nas planícies arenosas da Austrália Ocidental, o espetáculo visual proporcionado pelas flores de pata de canguru é deslumbrante. Exibem na extremidade das hastes delgadas e graciosas, as suas inflorescências insólitas e aveludadas de tonalidades vibrantes de vermelho, verde ou amarelo. A invulgar forma das suas brácteas faz lembrar as patas do canguru, facto que inspirou o nome pelo qual a planta é conhecida. Prolífica, a flor de pata de canguru produz sementes em grande quantidade e coloniza com sucesso solos degradados ou queimados. Os investigadores da Clarins debruçaram-se sobre a capacidade reprodutiva notável da planta. Os estudos demonstraram que o seu extrato permite otimizar o potencial de regeneração da derme.
    Produtos que contêm Flor de pata de canguru
  • Gymnema

    Gymnema

    Gymnema sylvestris

    Índia

    Originária da Índia tropical, a gymnema é uma planta trepadeira cujas folhas espessas e envernizadas são utilizadas na medicina Ayurvédica, presente na Índia há mais de 2000 anos. Em alguns países, é conhecida como "planta que destrói o açúcar" pela propriedade que as suas folhas têm de reduzir os níveis de açúcar no sangue. Na cosmética, o extrato de gymnema reativa a síntese do ATP, molécula energética que contribui para o bom funcionamento celular.
  • Mitracarpus

    Mitracarpus

    Mitracarpus scaber

    Burquina Faso

    Pequena planta anual da África Ocidental, o mitracarpus desenvolve-se em solos ligeiros, arenosos e culturas. Esta planta é reconhecida entre as populações locais pelas suas qualidades nutritivas e medicinais: por um lado, permite complementar a alimentação dos animais, por outro lado, tratar doenças da pele.
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  • Barba de Júpiter

    Barba de Júpiter

    Sempervivum tectorum

    França

    Originária da Europa Ocidental, a barba de Júpiter - cujo nome em latim "sempervivum" significa "sempre vivo" - exala um perfume de imortalidade. Talvez o motivo pelo qual os antigos a tenham associado a Júpiter, o Deus dos Deuses, e a tenham dotado de virtudes ocultas: plantada nos tetos das casas e dos locais de culto, a barba de Júpiter assegurava proteção contra os relâmpagos e os espíritos malignos, garantindo uma vida longa. No plano botânico, a planta intriga: submetida a temperaturas extremas, uma seca excessiva, um terreno árido, exibe sempre folhas verdes e carnudas, cheias de água. Os estudos confirmam que a barba de Júpiter deve a sua capacidade de lutar contra o stress hídrico intenso a mecanismos fisiológicos e biológicos muito elaborados. Na cosmética, o extrato de barba de Júpiter bio permite à pele resistir à desidratação.
  • Rosa dos Alpes

    Rosa dos Alpes

    Rhododendron ferrugineum

    Itália

    Arbusto denso das montanhas, a rosa dos Alpes é comum nas zonas situadas entre os 1600 e os 2400 m de altitude. Planta rústica, suporta o inverno nas montanhas desde que um espesso manto de neve a proteja contra o frio extremo. No regresso da primavera, oferece um espetáculo bucólico com as suas florzinhas rosa vivo que se misturam com graça com as suas folhas bicolores. A rosa dos Alpes deve, no entanto, a uma estratégia muito particular a sua manutenção e a sua expansão neste universo hostil. Uma alporquia eficaz associada ao papel das suas folhas mortas que acidificam o solo para eliminar espécies rivais. Na cosmética, o extrato de rosa dos Alpes contribui para proteger a pele contra o stress oxidativo.
  • Papoila

    Papoila

    Papaver Rhoeas

    Hungria, EUA

    Originária da Europa Central, a papoila naturalizou-se amplamente por todo o lado. Pela sua presença grácil e flamejante pelos caminhos na época de férias, evoca a beleza efémera do verão. Conhecida desde a Antiguidade pelas suas virtudes sedativas, a papoila é ainda utilizada pelas suas propriedades calmantes e pela sua capacidade de beneficiar o sono.
  • Myrothamnus

    Myrothamnus

    Myrothamnus flabellifolius

    África do Sul

    Para suportar as condições de seca extrema do seu habitat natural, as montanhas da África Ocidental e do Sul, o myrothamnus desenvolveu uma estratégia de sobrevivência surpreendente: a revivescência. Na estação seca, durante o processo de dessecação e de "morte" aparente, as células da planta produzem uma substância açucarada, a trealose, que lhes permite reidratar-se e retomar a sua atividade a partir da primeira chuva. Na medicina tradicional, o myrothamnus é utilizado pelas suas propriedades tonificantes, revitalizantes e apaziguantes.
  • Kiwi

    Kiwi

    Actinidia chinensis

    Ásia

    Um sabor acídulo proveniente da Ásia, um nome de pássaro emblemático da Nova Zelândia: o kiwi foi exportado para França nos anos 70. Muito rico em vitamina C, o kiwi contém ainda as vitaminas A, B, E e minerais. Os Laboratórios Clarins selecionaram o extrato de kiwi devido à sua capacidade em repor os nutrientes da pele.
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  • Alquemila

    Alquemila

    Alchemilla vulgaris

    Europa

    Planta pequena e discreta, a alquemila cresce na sombra dos caminhos ou escondido nos prados. Todas as manhãs, revela o espetáculo encantador das suas folhas aveludadas cobertas de orvalho com reflexos cintilantes. Esta visão, quase sobrenatural, foi uma fonte de inspiração para os alquimistas da Idade Média que atribuíam a este ""orvalho celeste"" virtudes mágicas. Ajudava-os na sua busca da pedra filosofal. Permitia também que as raparigas mantivessem uma frescura virginal. Considerado como uma erva feminina, a alquemila era usada na medicina tradicional para tratar as maleitas femininas, mas também devido às suas propriedades apaziguantes e cicatrizantes.Ao estudar esta planta lendária, os Laboratórios Clarins descobriram que a alquemila, além das suas propriedades adstringentes, também tinha a capacidade de travar a transferência excessiva de melanina para as células da epiderme.
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  • Quinoa

    Quinoa

    Chenopodium quinoa

    América do Sul

    Desde há milénios, a quinoa cultivada no altiplano andino, constitui o alimento de base da sua população. Os Incas consideravam-na como uma planta sagrada e prestavam culto à sua semente. Diz-se que o seu elevado teor em proteínas e a sua riqueza em aminoácidos teriam amplamente contribuído para a expansão desta civilização. A quinoa foi descoberta nos anos 1970 pelos Ocidentais que, desde então, consomem a sua semente pela sua excecional qualidade nutritiva. Os Laboratórios Clarins utilizam o extrato de semente de quinoa biológica devido à sua capacidade em reforçar a barreira cutânea.
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  • Melão cantalupo

    Melão cantalupo

    Cucumis melo var. cantalupensis

    França

    Na residência de verão dos papas em Cantalupo, monges italianos criaram uma variedade de melão com polpa alaranjada, doce e sumarenta a que deram o nome de "cantalupo". No século XV, o melão cantalupo foi introduzido na Provença para deliciar, com o seu maravilhoso e delicado sabor, o palato dos soberanos pontífices então instalados em Avignon.Os Laboratórios Clarins utilizam o extrato de polpa de uma variedade de melão cantalupo proveniente de agricultura biológica, que apresenta uma extraordinária resistência ao envelhecimento em relação às variedades clássicas. Esta variedade deve o prolongamento do seu ciclo de vida a uma enzima, a superóxida dismutase (SOD), que protege o fruto dos efeitos negativos dos radicais livres.
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